Nesta quarta- feira, 18, a presidente do conselho municipal de Defesa dos Direitos da Mulher (CMDDM), Ângela Aguiar, acompanhada de representantes do órgão, estiveram no Palácio Getúlio Vargas para protocolar um dossiê referente a ações realizadas pelo CMDDM desde 2008 no intuito de buscar junto à Casa Civil o funcionamento da Delegacia da Mulher em tempo integral.
O CMDDM também pede o cumprimento da notificação recomendatória de abril de 2008 em que o Ministério Público Estadual estipula o prazo de 90 dias para a implantação o serviço em sistema de plantão por tempo ininterrupto, ou seja, 24h por dia de domingo a domingo. “Os índices apontam que a maioria das ocorrências relativas às mulheres acontece à noite e nos finais de semana, quando a Delegacia da Mulher esta fechada, então além de ser vítima de violência, a mulher precisa procurar a delegacia mais próxima de sua residência ou a central de polícia e isso ou faz com que ela desista do registro da ocorrência ou que passe por mais constrangimento”, diz Ângela Aguiar.
Ela enfatiza que nem o básico não está sendo executado de forma adequada, pois existe nas delegacias uma sala de acolhimento para onde as vítimas devem ser encaminhadas para evitar constrangimento, mas ela não funciona. Estas ações resultarão na melhoria da qualidade da educação na escola pública de ensino fundamental de Porto Velho.
Fonte: Prefeitura de Porto Velho
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