Transmitida ao vivo, para mais de 10 mil acadêmicos da Universidade Norte do Paraná (Unopar), aula virtual apresentada ontem (24) à noite pela senadora Fátima Cleide (PT-RO) abordou o tema “O Desafio de Educar para a Diversidade: o Estado para todos e todas”. Cerca de 500 alunos de Rondônia participaram.
A senadora respondeu a dezenas de perguntas e defendeu a adoção, no cotidiano escolar e social, das disposições contidas na resolução 34/180 da Assembléia Geral das Nações Unidas, que propõe a eliminação de qualquer concepção estereotipada entre os sexos, em todos os níveis e em todas as formas de ensino. “É preciso uma educação mista que favoreça o alcance deste objetivo. É preciso, ainda, em particular, uma revisão dos livros e programas escolares e adaptação dos métodos pedagógicos”, defendeu.
Durante 1h30 (19h30 às 21h), nos estúdios da Unopar em Brasília, a senadora inicialmente abordou a origem das desigualdades no Brasil, centrando a avaliação histórica no tratamento conferido às mulheres, índios e negros com a chegada dos portugueses, notadamente no que se referia a aspectos da educação.
A dominação portuguesa, que fez prosperar valores de outras terras, implantou um sistema de valores baseado na falsa verdade “de um mundo masculino superior ao feminino”. A senadora explicou que todos os estereótipos e características relacionadas a um e outro, e também aos índios, “chamados de preguiçosos”, e aos negros, são reproduzidos nos diversos processos educacionais adotados ao longo da história, em que os governos negaram “a nossa formação” e alimentaram a desigualdade, o sexismo, o machismo e o preconceito na produção cultural e educacional difundida.
“A educação deve mostrar a homens e mulheres a importância de serem companheiros e não inimigos. De cooperarem um com o outro e não de competirem. Os livros não podem omitir informações sobre mulheres como Rosa Luxembergo, que pouco ouvimos falar, como se elas não existissem”, disse a senadora.
A senadora respondeu a dezenas de perguntas e defendeu a adoção, no cotidiano escolar e social, das disposições contidas na resolução 34/180 da Assembléia Geral das Nações Unidas, que propõe a eliminação de qualquer concepção estereotipada entre os sexos, em todos os níveis e em todas as formas de ensino. “É preciso uma educação mista que favoreça o alcance deste objetivo. É preciso, ainda, em particular, uma revisão dos livros e programas escolares e adaptação dos métodos pedagógicos”, defendeu.
Durante 1h30 (19h30 às 21h), nos estúdios da Unopar em Brasília, a senadora inicialmente abordou a origem das desigualdades no Brasil, centrando a avaliação histórica no tratamento conferido às mulheres, índios e negros com a chegada dos portugueses, notadamente no que se referia a aspectos da educação.
A dominação portuguesa, que fez prosperar valores de outras terras, implantou um sistema de valores baseado na falsa verdade “de um mundo masculino superior ao feminino”. A senadora explicou que todos os estereótipos e características relacionadas a um e outro, e também aos índios, “chamados de preguiçosos”, e aos negros, são reproduzidos nos diversos processos educacionais adotados ao longo da história, em que os governos negaram “a nossa formação” e alimentaram a desigualdade, o sexismo, o machismo e o preconceito na produção cultural e educacional difundida.
“A educação deve mostrar a homens e mulheres a importância de serem companheiros e não inimigos. De cooperarem um com o outro e não de competirem. Os livros não podem omitir informações sobre mulheres como Rosa Luxembergo, que pouco ouvimos falar, como se elas não existissem”, disse a senadora.
A palestra promovida pela Unopar é parte do ciclo de palestras “Conversando com o Legislativo sobre Educação”, cuja idéia foi apresentar aos acadêmicos parlamentares que têm se destacado na proposição de matérias legislativas para a educação, e no debate das políticas públicas nacionais para o setor.
A senadora Fátima Cleide foi a terceira palestrante do ciclo. Já participaram este mês os senadores Cristovam Buarque (10) e Ideli Salvatti (17). Os próximos convidados são o deputado federal Carlos Abicalil (31); deputada federal Maria do Rosário (dia 7 de abril) e a professora Célia Brandão (dia 14 de abril), fechando o ciclo com o tema “O papel do CNE no Ministério da Educação”.
A senadora Fátima Cleide foi a terceira palestrante do ciclo. Já participaram este mês os senadores Cristovam Buarque (10) e Ideli Salvatti (17). Os próximos convidados são o deputado federal Carlos Abicalil (31); deputada federal Maria do Rosário (dia 7 de abril) e a professora Célia Brandão (dia 14 de abril), fechando o ciclo com o tema “O papel do CNE no Ministério da Educação”.
Fonte: Senado Federal
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