No FSM, Fátima defende maior participação da mulher na política
A senadora Fátima Cleide defendeu na tarde de quinta-feira, no Fórum Social Mundial, em Belém, a maior participação e presença da mulher na política. “Precisamos de mais mulheres nas câmaras municipais, no Congresso Nacional, nas Assembléias Legislativas, na presidência da República”, disse a senadora, ao lado da ministra Dilma Roussef (Casa Civil), pré-candidata à sucessão do presidente Lula em 2010.
“Conforme dados da União Interparlamentar, que pesquisa mais de 130 parlamentos no mundo, o Brasil ocupa a 105 posição na representação de mulheres na Câmara dos Deputados, com apenas 45 deputadas entre 513 assentos. É um índice que não está a altura do ideal de igualdade e democracia com que tanto nos debatemos”, disse a senadora, que na “Tenda de Cuba” participou da mesa de debate promovida pela Fundação Perseu Abramo e Secretaria de Mulheres do PT sobre espaços da mulher na política.
A senadora disse ser necessário mais mulheres na política porque elas podem fazer diferença e, mencionando frase da presidente do Chile, Michele Bachelet – “quando uma mulher entra na política, transforma-se a mulher; quando muitas mulheres entram na política, transforma-se a política” -, Fátima lembrou que no Brasil as mulheres são a maioria do eleitorado, 65 milhões de eleitoras, por isso seria saudável e importante para a consolidação da democracia maior número de mulheres nos espaços de poder.
A ministra Dilma Roussef ressaltou a importância da criação da Secretaria de Políticas para Mulheres no inicio do primeiro governo do presidente Lula, e a Lei Maria da Penha como um marco legal que promove mudanças na percepção da sociedade sobre a questão da violência doméstica.
A ministra Nilcéa Freire (Secretaria de Mulheres) e a secretaria nacional de Mulheres do PT, Laissy Morière, também participaram da mesa.
A senadora Fátima Cleide defendeu na tarde de quinta-feira, no Fórum Social Mundial, em Belém, a maior participação e presença da mulher na política. “Precisamos de mais mulheres nas câmaras municipais, no Congresso Nacional, nas Assembléias Legislativas, na presidência da República”, disse a senadora, ao lado da ministra Dilma Roussef (Casa Civil), pré-candidata à sucessão do presidente Lula em 2010.
“Conforme dados da União Interparlamentar, que pesquisa mais de 130 parlamentos no mundo, o Brasil ocupa a 105 posição na representação de mulheres na Câmara dos Deputados, com apenas 45 deputadas entre 513 assentos. É um índice que não está a altura do ideal de igualdade e democracia com que tanto nos debatemos”, disse a senadora, que na “Tenda de Cuba” participou da mesa de debate promovida pela Fundação Perseu Abramo e Secretaria de Mulheres do PT sobre espaços da mulher na política.
A senadora disse ser necessário mais mulheres na política porque elas podem fazer diferença e, mencionando frase da presidente do Chile, Michele Bachelet – “quando uma mulher entra na política, transforma-se a mulher; quando muitas mulheres entram na política, transforma-se a política” -, Fátima lembrou que no Brasil as mulheres são a maioria do eleitorado, 65 milhões de eleitoras, por isso seria saudável e importante para a consolidação da democracia maior número de mulheres nos espaços de poder.
A ministra Dilma Roussef ressaltou a importância da criação da Secretaria de Políticas para Mulheres no inicio do primeiro governo do presidente Lula, e a Lei Maria da Penha como um marco legal que promove mudanças na percepção da sociedade sobre a questão da violência doméstica.
A ministra Nilcéa Freire (Secretaria de Mulheres) e a secretaria nacional de Mulheres do PT, Laissy Morière, também participaram da mesa.
Fonte: Senado Federal

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