sábado, 31 de março de 2012

Sibá Machado reforça apoio à pré-candidata Fátima Cleide em Porto Velho

Na manhã deste sábado, 31, o Deputado Federal (PT/AC) esteve reunido com representantes, vereadores e militantes petistas na sede do Partido dos Trabalhadores de Rondônia – PT/RO para reforçar o apoio a ex-senadora e pré-candidata Fátima Cleide, que disputa o 2º turno da prévia interna do partido.

O deputado comentou que a disputa da Prefeitura de Porto Velho nas eleições de 2012 vai além da capital, mas para o partido, essa disputa também irá influenciar na possível reeleição da presidente Dilma Rousseff.

“As capitais, os estados influentes interferem na disputa nacional. Por isso é necessário que os petistas em Porto Velho façam uma boa escolha. Além do conhecimento administrativo que a companheira Fátima Cleide possui, ela tem livre acesso com a presidente Dilma, com os parlamentares, tem portas abertas em qualquer lugar que vá, e isso é fundamental para um administrador, para a disputa em 2012”, relatou Sibá.

O deputado lembrou que na primeira campanha de Roberto Sobrinho para prefeito da capital ele esteve aqui para ajudar nos trabalhos, nas ultimas eleições para Governador do estado, onde o PT tinha três nomes ele também esteve presente nos debates. “Não é de hoje que eu participo dos debates em Rondônia, eu faço campanha para o PT, e com esse pensamento estou aqui novamente prestando o meu apoio nessa disputa”, comentou Sibá.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Fátima Cleide recebe apoio de vereadores do Interior de Rondônia

Na noite da última quinta-feira (29), os vereadores de Alto Alegre dos Parecis Elizeu Luiz (PT), Jailton Ferreira (PT) e Jerry Adriani (PT) que também é pré-candidato a prefeito, juntamente com o vereador Adão Marcos Graciano (PT) do município de Santa Luzia declararam apoio a pré-candidata e ex-senadora Fátima Cleide. Também estiveram presentes na reunião os vereadores de Pimenta Bueno Marlene Parra (PT) e Cleiton Roque (PSB).
Em reunião, que contou com mais de 100 apoiadores, os vereadores declaram apoio e relataram a importância de ter Fátima Cleide como pré-candidata do PT na disputa da Prefeitura de Porto Velho em 2012.
"Nós fizemos questão de vir aqui e dizer que apoiamos a pré-candidatura da Fátima Cleide, afinal, todo o serviço que a Fátima prestou em seus 8 anos de mandato no Senado Federal não podem passar em branco. Foram muitas emendas para os municípios de Rondônia, muitos projetos realizados, tem a PEC da Transposição, fora que o conhecimento que ela adquiriu todos esses anos serão fundamentais para uma disputa a Prefeitura de Porto Velho", relatou Jerry Adriani.
Os vereadores comentaram que hoje, o melhor nome que o PT tem para disputar uma eleição a Prefeitura da capital e ganhar é o da Fátima Cleide, e que outros partidos já declararam que com o nome da Fátima é possível coligações. "Os projetos que ela tem para a Prefeitura de Porto Velho são reais e viáveis. Fátima Cleide é a melhor opção para o Partido dos Trabalhadores, para Porto Velho", reforçou Adão Graciano.
Fátima Cleide agradeceu o apoio tanto dos vereadores quanto dos outros apoiadores que estiveram presentes na reunião. "Fico grata com todo o apoio que tenho recebido, a unidade do PT é muito importante nessa disputa, e afirmo que independente de qualquer coisa a nossa luta vai continuar", disse Fátima.

Fonte: Rondoniadinamica.com

Primeira usina hidrelétrica do Rio Madeira entra em operação

A Usina Hidrelétrica Santo Antônio iniciou nesta sexta-feira (30) a geração comercial de energia, com a entrada em operação de duas turbinas do tipo bulbo que estão conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN). A usina é um dos principais empreendimentos energéticos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Cada turbina tem capacidade para gerar até 71,6 megawatts, energia suficiente para atender a cerca de 350 mil residências. A hidrelétrica está sendo construída no Rio Madeira, em Porto Velho (RO).

A greve dos trabalhadores da usina não afetou o acionamento das turbinas, de acordo com a assessoria de imprensa da empresa, porque os testes já estavam sendo feitos desde dezembro do ano passado. Na tarde desta sexta-feira (30), o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 14ª Região está promovendo uma audiência de conciliação com os sindicatos dos trabalhadores e as empresas encarregadas da construção das hidrelétricas Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira.
Até o final do ano, a usina terá 12 turbinas em geração comercial e, a partir de janeiro de 2016, com todas as 44 turbinas em operação, a usina irá gerar energia para abastecer mais de 40 milhões de pessoas em todo o País.

A expectativa inicial da empresa era de que o funcionamento da usina começasse em dezembro do ano passado, mas depois o prazo foi prorrogado para a segunda quinzena de março. Mesmo assim, o cronograma da obra ainda está adiantado em relação ao previsto em 2007, quando foi feito o leilão de Santo Antônio, que estabelecia o início da operação para dezembro de 2012.

A hidrelétrica terá capacidade instalada de 3,15 mil megawatts e custo de cerca de R$ 16 bilhões. Santo Antônio e a Usina Hidrelétrica Jirau formam o Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira.
A Santo Antônio Energia, concessionária responsável pela construção e operação da hidrelétrica por 35 anos, é formada pelas empresas Eletrobras Furnas (39%), Odebrecht Energia (18,6%), Andrade Gutierrez (12,4%), Cemig (10%) e o Caixa FIP Amazônia Energia (20%).

segunda-feira, 26 de março de 2012

Inclusão: Programa Luz para Todos leva energia elétrica a áreas isoladas

Novas tecnologias foram desenvolvidas para que moradores de locais sem acesso por estrada, tais como ilhas e serras, pudessem ser atendidos pelo programa. Na Serra do Cafundó, no Ceará, por exemplo, foram utilizados postes feitos de fibra de vidro que pesam pouco mais de 100 quilos. Bem mais leves que os postes convencionais de concreto, que podem pesar mais de uma tonelada, puderam ser transportados por helicópteros.

“Estimulamos as empresas a buscar soluções para superar obstáculos. O poste de fibra de vidro foi desenvolvido no Paraná em conjunto com a universidade. Levamos a tecnologia para o norte do país, e hoje, com a alta demanda, há uma fábrica em Manaus”, disse o diretor do Luz para Todos, Aurélio Farias.

Nos estados da região Norte, os postes de fibra são bastante utilizados para as instalações feitas pelo Luz para Todos por flutuarem e poderem ser transportados em canoas até lugares que não podem ser alcançados por via terrestre.

Além das inovações tecnológicas, o programa também aproveita o conhecimento e a experiência local. Para transportar os fios da rede de energia elétrica à Serra do Cafundó, os técnicos transportaram os cabos em lombo de jegue.

Outra inovação empregada pelo Luz para Todos é o uso de cabos subaquáticos. Em Rondônia, na região do lago Curiã, as comunidades ribeirinhas de Araçá, Neves, Pupunhas e Silva Lopes e Araújo passaram a ter energia elétrica após o emprego de cabos subaquáticos.

“O cabo subaquático é fruto da experiência dos nossos técnicos e também de parcerias com universidades. A instalação de mini-usinas – eólicas, solares ou combinadas – com geração de energia no próprio local também são fruto de parceria com universidades”, disse Aurélio Farias.
Em 2011, o Luz para Todos levou energia elétrica a mais 253 mil famílias que vivem no campo, em assentamentos da reforma agrária, em aldeias indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas, além dos pequenos produtores rurais.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Comunidades ribeirinhas avaliam atendimento do SUS na Amazônia

Até o próximo dia 20, representantes do Ministério da Saúde percorrerão municípios e comunidades de Rondônia em uma ação inédita: a Ouvidoria Itinerante Fluvial, que pretende coletar informações junto às populações ribeirinhas sobre a acessibilidade e a qualidade dos serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Nesta segunda-feira (12), uma equipe da Ouvidoria Geral do SUS atracou em Calama (Porto Velho).

As informações colhidas junto aos usuários do SUS e profissionais de saúde vão subsidiar políticas de melhoria do acesso e da qualidade nos serviços públicos de saúde, coordenadas pelo Departamento Nacional de Apoio à Gestão Participativa.

“Temos trabalhado para apoiar ouvidorias itinerantes em saúde. É a primeira vez que uma ação de ouvidoria vai até os usuários ribeirinhos para saber se eles estão sendo bem atendidos e se têm acesso à saúde pública de qualidade. Muitas vezes, devido às circunstancias geográficas e ao isolamento, o cidadão não sabe do direito de manifestar-se sobre sua relação com o SUS”, avalia o Ouvidor Geral do SUS, Luis Carlos Bolzan.

O projeto foi estruturado em três eixos. Durante a “escuta clássica”, o ouvidor colhe sugestões, reclamações e eventuais denúncias dos usuários das comunidades, disseminando orientações sobre cuidados com a saúde. Após esta fase, será realizada uma pesquisa de satisfação específica sobre as impressões dos usuários quanto à acessibilidade e à qualidade dos serviços de saúde na região. Em cada comunidade visitada será feita uma roda de conversa, oportunidade em que os moradores apresentarão um diagnóstico sobre desafios mais comuns da saúde pública na região. Além de Calama, outras comunidades localizadas às margens do Rio Madeira, afluente do Rio Amazonas, serão acolhidas pela ouvidoria itinerante até 20 de março.

O projeto piloto da Ouvidoria foi integrado à Operação Aciso (Ação Cívico-Social), desenvolvido pela Secretaria Municipal de Saúde de Porto Velho em parceria com a Casa Militar do governo estadual, que leva às populações ribeirinhas serviços de cidadania e saúde.

Dentro de um “barco hospital”, que levará a equipe da Ouvidoria do Ministério da Saúde durante os próximos dias, profissionais de saúde realizam atendimentos médicos, odontológicos e laboratoriais. O barco oferece,ainda,serviço de emissão de documentos como por exemplo, RG, CPF, certidão de nascimento, carteira de trabalho, entre outros.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário

MDA leva políticas para fortalecer a agricultura familiar em Rondônia

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) vai anunciar, nesta terça-feira (27), em Rondônia, estado com o maior número de agricultores familiares da região Norte, duas ações para o desenvolvimento deste segmento: 18 máquinas retroescavadeiras da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), além do lançamento regional da Rede Brasil Rural, plataforma virtual criada para organizar a cadeia produtiva dos empreendimentos da agricultura familiar. O ministro Pepe Vargas vai participar do evento, que vai acontecer às 9h, no Centro de Treinamento da Emater de Outro Preto do Oeste, a 350 km da capital, Porto Velho.

As máquinas do PAC 2 destinam-se à construção e recuperação de estradas vicinais em municípios de até 50 mil habitantes, facilitando o escoamento da produção dos agricultores familiares e também a circulação dos moradores e o acesso a serviços nas regiões beneficiadas. A meta é entregar cerca de 1.275 retroescavadeiras e 12 motoniveladores a 1,3 mil municípios de todo o País até o final de junho.

Até o momento, já foram entregues 262 máquinas, que vão beneficiar 274 municípios. “Essas máquinas são o principal instrumento para a recuperação de trechos de estradas e recuperação de pontes. No período da chuva, principalmente, o estrago é muito grande. Rondônia é o estado, dentro da região amazônica, que tem a maior quantidade de estradas rurais. É muito difícil fazer a manutenção permanente desses acessos”, afirma o delegado do MDA em Rondônia, Olavo Nienow.
A escolha dos municípios beneficiados seguiu a metodologia utilizada pelo PAC.

Entre os critérios de seleção está, por exemplo, pertencer ao programa Territórios da Cidadania, ter maior participação do Produto Interno Bruto (PIB), possuir maior extensão territorial e maior presença de agricultores familiares em relação ao total dos produtores rurais registrados no município.

De acordo com o secretário de Agricultura de Alto Paraíso, Antônio Francisco, as retroescavadeiras vão beneficiar as mais de quatro mil famílias de agricultores familiares do município de 17 mil habitantes. “O escoamento da nossa produção de leite é feito pelas estradas vicinais, o que às vezes fica complicado porque o caminhão não consegue entrar na propriedade para buscar o produto, ora porque não tem estrada, ora porque a estrada está sem condição de trânsito”, conta.
Presidente Médici também figura nas lista dos 18 municípios contemplados. Dos 23 mil habitantes do município, 14 mil residem na zona rural, segundo o prefeito José Ribeiro. “O nosso município é essencialmente agrícola, por isso a disponibilidade dessa retroescavadeira será fundamental para a recuperação da nossa malha viária, facilitando o escoamento da produção oriunda da agricultura familiar. O fato é que o município não tem recurso próprio para comprar o equipamento, então esta ação do PAC é essencial para o desenvolvimento da agricultura familiar”, afirma.

Além da entrega de máquinas do PAC 2, será feito em Rondônia o lançamento regional da Rede Brasil Rural, ferramenta virtual criada pelo MDA que aproxima as cooperativas de produtores rurais dos fornecedores de insumos, da logística de transporte e dos consumidores públicos e privados. Inaugurando uma nova geração de políticas públicas para a agricultura familiar, a plataforma abre para as cooperativas de agricultores a possibilidade de comprar insumos, materiais e itens para beneficiamento.

Rondônia é o estado campeão da agricultura familiar no Norte do País, com mais de 75 mil estabelecimentos, de acordo com o Censo Agropecuário de 2006.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Rondônia terá 11 mutirões de Documentação da Trabalhadora Rural em 2011

O Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural divulgou os municípios de Rondônia que receberão, a partir de junho, o atendimento dos mutirões de documentação nas zonas rurais. Em 2011, Porto Velho (Fortaleza do Abunã, Mutum-Paraná, União Bandeirantes, Jaci-Paraná e Rio Pardo), Cacaulândia, Costa Marques, São Francisco do Guaporé, Seringueiras, São Miguel do Guaporé, Corumbiara, Pimenteiras, Cerejeiras e Cabixi serão visitados.

Durante todo o ano, serão realizados 11 mutirões, sob a coordenação da Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário (DFDA ) e da Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Rondônia.

Em 2010, o programa emitiu 10.247 documentos no estado, em sete municípios, entre Registro de Nascimento, Carteira de Trabalho da Previdência Social, Cadastro de Pessoa Física, Carteira de Identidade, Carteira de Pesca Profissional Artesanal, Cadastro para emissão de DAPs, Cadastro para emissão de Nota da Produtora Rural, Registro no Instituto Nacional de Seguridade Social e Concessão de Benefícios de Aposentadoria e Salário Maternidade.

Houve também realização de palestras e serviços prestados à comunidade (foto 3x4, fotocópias, Carteiras de Passe Livre Interestadual etc.), totalizando 29.673 pessoas atendidas. Desde a criação do programa, em 2004, foram emitidos 62.072 documentos na zona rural do estado.
Apesar de terem como prioridade a trabalhadora rural, os mutirões geralmente atendem a todas as pessoas que precisam dos documentos, independente de gênero ou idade.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Municípios aprendem a combater desmatamento

Os 43 municípios que fazem parte da Operação Arco Verde - criada para desenvolver políticas públicas e ações para a ocupação racional do território nos municípios responsáveis por 55% do desmatamento na Amazônia - vão receber treinamentos para a gestão ambiental e combate ao desmatamento.

Os cursos serão realizados em cidades dos estados do Pará, Mato Grosso e Rondônia e são divididos em cinco módulos: valor da floresta em pé; planejamento territorial voltado ao cumprimento do marco legal; construção dos instrumentos institucionais para a gestão ambiental do território; descentralização da gestão ambiental e oficina de projetos voltados aos planos municipais de combate ao desmatamento). Os módulos terão carga horária de 40 horas, e participarão técnicos dos municípios e da sociedade civil organizada.

Para o coordenador-geral de Operações do Sipam Fernando Campagnoli, a capacitação representa um marco no combate ao desmatamento. “O Estado brasileiro proporciona para o município subsídios para a sua gestão territorial e ambiental, por meio da formação de seus técnicos municipais que atuam com as questões ambientais e da própria sociedade civil, que deterá um conhecimento que será multiplicado regionalmente e orientará as políticas territoriais municipais futuras”, explica.

As cidades que receberão os cursos são Cumarú, Marabá, Altamira , todas no Pará, além de Juína, Alta Floresta e Confresa em Mato Grosso. Também vai receber o curso a cidade de Porto Velho (Rondônia). Os cursos são promovidos pelo Ministério da Defesa, por meio do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) e do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA).

sexta-feira, 2 de março de 2012

Rondônia distribui 3,5 mil Cartas SUS

Correspondências informam detalhes do atendimento oferecido na rede pública para que pacientes ou familiares avaliem os serviços prestados. Este mês, Cartas reforçam prevenção à aids.

Mais de 3,5 mil usuários do Sistema Único de Saúde em Rondônia começaram a receber a segunda remessa das Cartas SUS – uma ferramenta desenvolvida pelo governo federal para avaliar a satisfação dos brasileiros sobre os serviços públicos de saúde e unidades conveniadas ao SUS. As correspondências estão sendo distribuídas nos 26 estados e no Distrito Federal, permitindo aos pacientes conferir o valor do procedimento realizado e, ainda, fazer críticas ou elogios ao atendimento recebido.

Neste segundo lote, o estado de Rondônia entrega um total de 3.531 Cartas SUS. No Norte, 42.845 correspondências chegarão à residência de usuários do SUS nesta região, sendo 19.701 no Pará, 8.801 no Amazonas, 5.551 no Tocantins, 2.104 no Acre, 2.042 no Amapá e 1.133 em Roraima. O Norte responde por 6,6% do total de Cartas entregues nesta segunda remessa.

Em caso de incapacidade do usuário, a Carta SUS pode ser respondida por um familiar ou pessoa próxima do paciente. As correspondências também são uma forma de controle social, uma vez que, por meio delas, os usuários podem informar ao Ministério da Saúde possíveis inadequações no atendimento ou cobranças (proibidas) pelos serviços prestados.

“As Cartas abrem um canal direto de comunicação entre o paciente e o governo federal”, destaca o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O retorno dos pacientes diretamente ao Ministério da Saúde é extremamente importante tanto para o acompanhamento quanto para a melhoria da qualidade dos serviços oferecidos na rede pública de saúde”, acrescenta o ministro.

Além de ter o objetivo de monitorar, avaliar e qualificar o SUS, as Cartas têm um papel educativo ao reforçar mensagens de campanhas desenvolvidas pelo Ministério da Saúde. Este mês, o foco é a prevenção à aids. Na primeira remessa, as cartas reforçaram a campanha de combate à dengue.

O envio da Carta SUS é mensal, pelos Correios e com porte-pago; ou seja, sem despesas para o usuário. A expectativa do Ministério da Saúde é chegar a um milhão de correspondências enviadas por mês, de acordo com demanda identificada pelo Departamento de Regulação, Avaliação e Controle do Ministério da Saúde.

TRANSPARÊNCIA E CONTROLE SOCIAL – Além de um questionário para a avaliação dos serviços prestados, a Carta SUS informa a data de entrada do paciente no hospital ou na unidade de saúde, o dia da alta hospitalar e o motivo da internação. O usuário – ou familiar ou pessoa próxima – pode conferir se os dados informados sobre o procedimento conferem com o atendimento oferecido, incluindo o custo total da internação.

Os endereços dos pacientes são obtidos nos formulários de Autorização para Internação Hospitalar (AIH), que integra o Sistema (nacional) de Informação Hospitalar. Estes formulários são, portanto, um instrumento essencial para a gestão dos hospitais e o controle de gastos públicos em saúde.

CANAL DE COMUNICAÇÃO – Elaboradas com o objetivo de estimular a participação do usuário no controle social e financeiro do SUS, as cartas são entregues em parceria com os Correios, responsáveis pela impressão e distribuição das correspondências. Com o envio das cartas, que será permanente, serão gerados relatórios de avaliação do atendimento oferecido na rede pública de saúde.
"Isso vai servir para o Ministério da Saúde poder, por exemplo, incentivar ainda mais aqueles hospitais que tratam bem as pessoas, que têm qualidade de atendimento. E também fazer ações em unidades de saúde que precisam aprimorar os serviços”, explica o ministro Alexandre Padilha.

Em caso de denúncia de possíveis irregularidades na prestação dos serviços, serão abertos processos de auditoria para averiguar se houve ou não inadequações no atendimento aos usuários ou desvio de recursos ou, ainda, má aplicação de verba pública.

“Essa iniciativa busca o fortalecimento do controle social pelo fato de ser uma ação de incentivo à participação do cidadão na gestão do SUS, de forma que ele se manifeste quanto ao atendimento que recebeu”, reforça o diretor do Departamento da Ouvidoria-Geral do SUS, Luís Carlos Bolzan.

Além de poder responder a Carta SUS pelos Correios, o usuário pode fazer a avaliação, sem custos, por meio do Disque-Saúde (136). A ligação pode ser feita de telefones fixos, públicos ou celulares, de qualquer local do país. A avaliação também está disponível na internet, no Portal Saúde (www.saude.gov.br).

OUVIDORIA ATIVA – O Ministério da Saúde vem aprimorando os mecanismos de comunicação direta com o cidadão para aperfeiçoar o atendimento e ampliar a transparência no SUS. Exemplo disso é que o telefone da Ouvidoria foi simplificado: dos antigos dez dígitos, passou a responder pelo 136, de mais fácil memorização e uso pela população. O serviço é gratuito.

Em 2011, o Disque-Saúde recebeu mais de 3,5 milhões de ligações e disseminou 7,5 milhões de informações. Os temas que geraram maior número de ligações foram o Programa Farmácia Popular (23,4%), tabagismo (23%) e aids (9,6%).


Fonte: Ministério da Saúde

quinta-feira, 1 de março de 2012

Professora Sônia (PT-RO), de Jarú, tem agenda com Rui Falcão


As eleições municipais de 2012 foram o foco do encontro da professora Sônia com o presidente do PT, Rui Falcão. Sônia, que é pré-candidata à prefeitura de Jarú, cidade no noroeste de Rondônia, esteve no diretório nacional do Partido dos Trabalhadores, em Brasília. “As mulheres do PT estão trabalhando para dar continuidade ao governo de Dilma, que tem feito a diferença no país”, afirmou a candidata, que também é presidente do PT de Rondônia. “Estamos aí, concorrendo. E quero fazer o convite a todas as mulheres que se engajem nessa causa”, ressaltou.

O deputado federal Padre Ton (PT-RO) também participou da reunião, ao lado da pré-candidata a vereadora, Claudir.

Fonte: Portal do PT

Ministério cria índice para avaliar acesso e qualidade dos serviços

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lança, nesta quinta-feira (1), em Brasília, o Índice de Desempenho do SUS (IDSUS 2012), ferramenta que avalia o acesso e a qualidade dos serviços de saúde no país. Criado pelo Ministério da Saúde, o índice avaliou entre 2008 e 2010 os diferentes níveis de atenção (básica, especializada ambulatorial e hospitalar e de urgência e emergência), verificando como está a infraestrutura de saúde para atender as pessoas e se os serviços ofertados têm capacidade de dar as melhores respostas aos problemas de saúde da população.

“Além de dar maior transparência ao quadro geral da oferta e da situação dos serviços de saúde, o IDSUS 2012 servirá de base para que os dirigentes dos três níveis - federal, estadual e municipal - tomem decisões em favor do aprimoramento das ações de saúde pública no país”, explica Padilha. O IDSUS 2012 está disponível para consulta de toda a sociedade pelo endereço www.saude.gov.br/idsus.

AVALIAÇÃO – O IDSUS 2012 avalia com pontuação de 0 a 10 a municípios, regiões, estados e ao país com base em informações de acesso, que mostram como está a oferta de ações e serviços de saúde, e de efetividade, que medem o desempenho do sistema, ou seja, o grau com que os serviços e ações de saúde estão atingindo os resultados esperados.

“Como vivemos em um país com grande diversidade, a avaliação considera a existência de seis grupos homogêneos de municípios, que possuem características similares como população, perfis socioeconômicos e epidemiológicos”, explica Paulo de Tarso, diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS/MS. Por isso, esclarece, “não é possível fazer ranking ou comparações entre municípios de grupos diferentes”.

Fonte: Agência Saúde